4 mitos sobre crianças com atraso na fala

Quando se trata de qualquer assunto ligado ao desenvolvimento infantil sabemos que o que não faltam são dúvidas, medos e questionamentos por parte dos pais. Além disso, temos aquela mania diga-se de passagem, nada produtiva, de comparar nossos pequenos com outros bebês da mesma faixa etária. Mas afinal, como saber se está tudo dentro do tempo normal? Quando saber que é a hora de procurar ajuda de um profissional especializado? Separamos aqui 4 mitos sobre crianças com atraso na fala.  Confira:

1. Com dois anos e meio, é normal a criança ainda não falar:

Embora cada criança tenha um ritmo de desenvolvimento único, é crucial estar atento a sinais de atraso. Se, até os dois anos, a criança não começar a formar expressões completas, como “mamãe quer”, é um indício de possível atraso no desenvolvimento. Esperar demais pode agravar a situação, pois a intervenção precoce é fundamental para corrigir dificuldades antes que se tornem mais complexas.

2. Não falar o “R” ou pronunciar incorretamente é normal até os cinco anos:

Embora existam variações no desenvolvimento da fala, é essencial observar se a criança se aproxima das expectativas para sua faixa etária. Por exemplo, o som do “R” é esperado até os quatro anos e meio. Se, aos quatro anos, a criança ainda não emite esse som, é aconselhável procurar um profissional para iniciar o tratamento. Quanto mais tempo se passa sem correção, mais difícil pode ser reverter padrões inadequados.

3. A linguinha presa do bebê não interfere na fala:

Contrariamente, a língua presa pode impactar na fala, causando distorções em sons que exigem o movimento da língua. Caso o bebê tenha a língua presa e isso não tenha causado problemas significativos na amamentação ou alimentação, é recomendável monitorar o desenvolvimento da fala com a ajuda de um fonoaudiólogo. Em alguns casos, a criança pode aprender a produzir sons de maneira distorcida devido à limitação da língua, tornando o tratamento mais desafiador.

4. Nariz entupido e secreção interferem apenas na respiração do bebê:

Além de afetar a respiração, o acúmulo de secreção pode prejudicar a fala, causando problemas auditivos temporários. A obstrução do tubo auditivo e mucosa pode resultar em rebaixamento auditivo durante períodos críticos de estimulação auditiva. Essa condição pode impactar na fala, especialmente em trocas de sonoridade como “p” por “b”, “t” por “d”, “fã” por “vã”.

É sabido compreender que o desenvolvimento da fala envolve desfazer equívocos comuns e buscar orientação do profissional diante de quaisquer sinais de atraso ou dificuldade. O cuidado precoce é fundamental para garantir um desenvolvimento saudável da linguagem em cada fase da infância.

Aqui na Clínica Intelecta temos excelentes profissionais altamente qualificados, com abordagens especificas para cada caso, para ajudar a vencer o atraso da fala do seu filho. Agende um horários conosco.

O que achou desses 4 mitos sobre crianças com atraso na fala? Restou alguma dúvida? Deixe seu comentário, estamos prontos para te ajudar.

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