Quando devemos nos preocupar com a perda de memória? Os centros de memória do nosso cérebro ainda estão sendo estudados e não se sabe de toda a capacidade de memorização dos indivíduos, assim como o conhecimento inerente às demais áreas e potencialidades neurológicas ainda permanecem na penumbra científica.
As funções cerebrais, sem dúvida, são daquelas mais complexas e menos conhecidas da neurociência. Não por outro motivo as doenças mentais são até hoje “incuráveis”, em sua maioria, restando a nós profissionais apenas o trabalho de amenização e conscientização do problema.
Mas quando devemos nos preocupar com a perda de memória?
Memória e a perda de memória
O funcionamento da memória acompanha o desenvolvimento da coordenação motora nas crianças e adolescentes, ainda por motivos desconhecidos.
Assim como nossos jovens aprendem a andar para depois correr e pular etc., e vão caindo no caminho, a memória segue idêntico padrão.
Crianças de tenra idade não se lembrarão dali a dois anos do seu aniversário, ou do natal, e só a partir dos sete terá uma capacidade ainda que rudimentar de amealhar recordações remotas e que não repercutam no seu cotidiano.
Há uma evidente diferença entre as memórias próxima e remota: a primeira trata daquilo que foi vivenciado ou referido no trato diário imediato.
O que comi ontem, o filme que assisti noite passada, o meu café da manhã de hoje, a aula que acabei de encerrar. A memória remota, esta perde-se, porque se refere a fatos passados desarmônicos com o dia a dia e que, por isto, não são recordados periodicamente.
A expressão “buscar na memória” vem daí, e é por isto que as disfunções cerebrais inerentes a estas recordações acontecem sobretudo no aceso à memória remota – o Alzheirmer é o principal vilão destas lembranças termitentes.
Como o desenvolvimento da memória se assemelha ao desenvolvimento psicomotor em crianças e adolescentes, é tão possível educar e treinar nossa capacidade de armazenamento de recordações quanto o desenvolvimento físico em práticas desportivas, por exemplo.
Sempre que você exercita seu cérebro, está beneficiando direta ou indiretamente sua memória e aumentando sua capacidade de rememorar eventos passados, estimulando seu raciocínio e inteligência.
Assim sendo, a memória só passa a se deteriorar ao longo dos anos, com o flagelo das sinapses, ocorrido pela idade, doenças degeneratias ou acidentes.
Se você ou seus familiares está com dificuldades de lembrar coisas do cotidiano, é recomendável nos procurar, clicando aqui.





