Todo cuidado é pouco quando se trata de bebês.
Muitas pessoas pensam que a Fisioterapia atua somente na reabilitação, ou seja, voltada para bebês que já apresentam algum atraso, síndrome ou outros tipos de transtornos no desenvolvimento, o que não é verdade…. Acompanhe a leitura e entenda melhor quando o bebê precisa de fisioterapia.
Abordagem lúdica
Por se tratar de bebês, a abordagem fisioterapêutica é feita por meio de atividades lúdicas e planejadas. Atividades estas que podem ser realizadas individualmente ou em grupos menores de bebês com seus respectivos cuidadores, dependendo de cada caso. Nessa linha, é importante que os estímulos sejam ofertados com qualidade e sem sobrecarga e que, acima de tudo, seja feito com muito afeto e respeito pelas possibilidades de cada bebê.
Mais afinal, o que é a Fisioterapia Pediátrica?
A Fisioterapia Pediátrica é uma especialidade voltada ao tratamento de recém-nascidos, bebês, crianças e pré-adolescentes. As doenças tratadas podem ser congênitas ou adquiridas depois do nascimento.
Alguns dos problemas que necessitam de auxílio de um profissional de fisioterapia pediátrica:
- Síndrome de Down;
- Atrofia muscular;
- Paralisia cerebral;
- Problemas respiratórios; e
- Desvios posturais
Como há uma grande diversidade anatômica e fisiológica nos órgãos e sistemas de pacientes pediátricos e adultos, o enfoque da fisioterapia pediátrica precisa ser diferente para cada faixa etária.
Quais são os benefícios da fisioterapia pediátrica?
A fisioterapia pediátrica, quando bem direcionada e aplicada, traz inúmeros benefícios para a criança, principalmente garantindo um desenvolvimento sadio e um bom crescimento, evitando que limitações e dificuldades tragam sequelas mais graves ao longo dos anos ou na vida adulta.
Quando a fisioterapia pediátrica é indicada?
Além das doenças congênitas ou síndromes que apresentamos ao longo deste conteúdo, pode ser que a criança dê alguns “indícios” de que precisa de um trabalho de fisioterapia, como:
- Atrasos no desenvolvimento motor: normalmente, com 6 meses em média, as crianças já conseguem se manter sentadas, mas algumas com síndromes específicas podem ter atrasos nesse tipo de desenvolvimento, sendo, portanto, um indício de que a fisioterapia deve ser recomendada;
- Crianças prematuras: elas podem sofrer com o atraso motor e também com dificuldades respiratórias e, algumas vezes, a fisioterapia já poderá ser indicada na própria UTI neonatal até mesmo de forma preventiva, evitando que possíveis complicações aconteçam;
- Dificuldades e distúrbios respiratórios: como quando a criança não respira pelo nariz, mas só pela boca, apresenta algum desconforto respiratório ou chiados durante a respiração.
E aí, gostou deste artigo sobre fisioterapia pediátrica? Então, nos siga e acompanhe outros conteúdos informativos e interessantes!





