Quando nos deparamos com situações extremas, é possível que tomemos alguma atitude sem pensar, por impulso, e que vai gerar arrependimentos. Tais comportamentos baseados na impulsividade podem vir derivados, também, de sentimentos de ansiedade.
É claro que o comportamento impulsivo nem sempre causa prejuízos. Afinal, é o nosso instinto impulsivo que nos alerta sobre situações de perigo e nos fazem tomar atitudes imediatas que podem até salvar nossa vida.
A impulsividade em muitos casos está diretamente relacionada com a depressão, são transtornos que possuem ligações entre si, mas possuem causas, sintomas e tratamentos totalmente diferentes. Porém, uma única pessoa pode vir a ter os dois problemas. E ambas fazem com que o indivíduo tenha comportamentos que atrapalhem a sua rotina, acarretando diversos prejuízos, no âmbito social, profissional e em relacionamentos de forma geral.
Quando a impulsividade é prejudicial
As pessoas que costumam agir por impulso tendem a ser guiadas pela própria intuição em detrimento do pensamento racional que, em muitos casos (como em interações sociais), é imprescindível para cultivar boas relações.
Como lidar com o comportamento impulsivo
O primeiro passo, para contornar problemas gerados pelas ações impulsivas é identificar em que situações elas tendem a acontecer – ou se são costumeiras, independentemente do caso.
Vale analisar o próprio comportamento procurando descobrir:
Qual sentimento aciona o comportamento impulsivo?
As atitudes são premeditadas ou decididas no momento?
Há alguma pessoa que costuma motivar esse comportamento?
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