Transtorno do afeto reativo

O transtorno do afeto reativo é um transtorno que afeta em como nos relacionamos com os outros… Ele é perceptível e diagnosticado na fase da infância, quando os sintomas acabam sendo mais aparentes.Continue com a leitura e entenda melhor o assunto…

O que provoca o transtorno reativo de apego?

O apego é o vínculo afetivo que une um bebê ao seu cuidador. Geralmente, os primeiros cuidadores são os pais. Por isso, o vínculo costuma ser formado com eles.

Os pais dão carinho, segurança e proteção ao bebê e, com base nessas necessidades básicas, vai sendo criada uma união que durará a vida toda. Dependendo de como o apego for formado, o desenvolvimento adulto da criança será definido.

Mas o que acontece quando esse vínculo é tóxico? Falamos de quando um bebê, em vez de receber atenção, sofre abandono, abuso ou falta de cuidado. É então que ocorre o transtorno reativo de apego.

Como identificar o transtorno reativo de apego?

Dependendo da criança, essas estratégias podem ser desenvolvidas com base em dois polos opostos:

Tipo inibido. As crianças que pertencem a esse grupo vão apresentar tendência à introversão. Elas não vão apreciar a companhia das pessoas e vão preferir ficar sozinhas. Além disso, vão rejeitar qualquer tipo de contato físico com os outros, inclusive com a figura de apego principal. Ela vai sofrer de episódios de irritabilidade, tristeza ou medo sem causa aparente. Será incapaz de construir relações de confiança, característica que poderá se manter presente durante toda a vida.

Tipo desinibido. As crianças desse grupo vão buscar afeto com qualquer pessoa e em qualquer lugar. Não terão a cautela de distinguir entre desconhecidos e família. Por isso, vão se aproximar de qualquer adulto em busca do apoio emocional não recebido da parte dos cuidadores.

Como tratar o transtorno do afeto reativo ?

Assim que for diagnosticado o transtorno, o tratamento a ser seguido deve ser determinado por um especialista. É necessário avaliar o grau do transtorno que a criança apresenta.

A terapia costuma ser efetiva. Dependendo da idade da pessoa, será mais ou menos complicado reconstruir a percepção do apego. No caso de uma criança pequena, será necessário encontrar uma figura de apego emocionalmente disponível para ela.

A melhor maneira de prevenir o apego reativo é garantir que as crianças formem vínculos saudáveis ​​com seus pais e/ou outros cuidadores primários.

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