Transtorno bipolar é uma doença psiquiátricas com maior índice de suicídios, ao lado da depressão… Esse assunto é grave e precisa ser falado, siga com a leitura e entenda mais sobre a correlação entre transtorno de bipolaridade e suicídio.
Dados alarmantes
Ter oscilações de humor é normal. Qualquer pessoa pode, um dia, acordar com o pé esquerdo, se sentindo irritada, capaz de explodir com a mínima coisa que não saia como planejado. O contrário também pode acontecer. A mesma pessoa pode, um dia, acordar extremamente feliz, eufórica, e, por isso, tomar decisões precipitadas.
O problema é quando esses dois quadros se revezam de formas constantes, com oscilações de humor radicais, e sem explicações aparentes…
Entre 30% e 50% dos brasileiros portadores de transtorno bipolar tentam suicídio. Essa é a estimativa sustentada pela ABTB (Associação Brasileira de Transtorno Bipolar).
De todas as doenças e de todos os transtornos, o bipolar é o que mais causa suicídios, cerca de 20% dos que tentam conseguem o objetivo.
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Causas
Não se sabe ainda a causa exata do transtorno bipolar, mas alguns fatores podem contribuir para este problema, como as peculiaridades biológicas, por exemplo. Elas mostram que pessoas com transtorno bipolar apresentam diferenças físicas em seus cérebros, com atividade anormal dos neurônios. No caso dos hormônios, o desequilíbrio hormonal também está entre as possíveis causas, além da hereditariedade.
Sintomas
O transtorno bipolar pode ser identificado por essas fases e, a partir daí, é que podem ser apontados os sintomas. A fase maníaca pode durar dias ou até meses. São alguns dos sintomas dessa fase:
- Compulsão alimentar;
- Gastos excessivos;
- Hiperatividade;
- Capacidade de discernimento diminuída.
Já a fase depressiva pode ser caracterizada pelo:
- Desânimo diário ou tristeza;
- Perda de peso e de apetite;
- Fadiga ou falta de energia;
- Baixa autoestima;
- Pensamentos sobre morte e suicídio e outros.
Tratamento
Transtorno bipolar não tem cura, mas pode ser controlado. O tratamento inclui o uso de medicamentos, psicoterapia e mudanças no estilo de vida, tais como o fim do consumo de substâncias psicoativas (cafeína, anfetaminas, álcool e cocaína, por exemplo), o desenvolvimento de hábitos saudáveis de alimentação e sono e redução dos níveis de estresse.
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