A obesidade pode ser fator de risco de várias doenças, inclusive doenças cardiovasculares. Pensando nisso hoje trazemos uma matéria falando quais danos a obesidade causa, continue lendo…
A obesidade é um importante fator de risco para o desenvolvimento de diferentes doenças. Num país em que mais de metade da população tem excesso de peso chegando perto de um milhão de pessoas obesas é importante saber quais as doenças associadas à obesidade e vencer o excesso de peso.
Confira agora 4 fatores que a obesidade pode causar:
Hipertensão
A hipertensão é uma doença cardiovascular causada pelo aumento da pressão arterial. Isso acontece quando a tensão da circulação do sangue sobe consideravelmente, o que pode danificar as paredes das veias e artérias.
Um alto nível de gordura corporal se relaciona, também, a uma grande quantidade de triglicerídeos e colesterol LDL (conhecido como “colesterol ruim”).
Com esse aumento de lipídios no sangue, pode comprometer a sua circulação e provocar a hipertensão. Por essa razão, pessoas obesas têm mais chances de desenvolver essa complicação que indivíduos com o IMC regular.
Asma
Doença crônica que atinge o sistema respiratório e pode afeta cerca de 300 milhões de pessoas em todo o mundo.
O cansaço, a falta de ar e o chiado no peito são apenas alguns dos sinais que surgem com esse transtorno.
Um dos possíveis causadores da asma é a reação à leptina, uma proteína produzida principalmente pelo tecido adiposo, células responsáveis pelo armazenamento de gordura. Por isso, essa é uma das principais consequências da obesidade.
Os sintomas são ainda mais intensos na hora de dormir, ao fazer uma atividade física ou na presença de fatores alergênicos.
Apneia do sono
A apneia do sono é um problema que provoca barulhos e interrupções na respiração ao dormir.
Como consequência, compromete a qualidade do sono, causando sonolência durante o dia, dificuldade de concentração e de raciocínio e redução da oferta de oxigênio no sistema nervoso, entre outros problemas.
O excesso de peso é um dos fatores que favorecem o surgimento dessa doença, por dificultar a passagem de ar pelas vias respiratórias.
Diabetes
O aumento do peso é, na maioria das vezes, consequência de um gasto calórico menor que o consumo.
Sendo assim, a energia não utilizada é estocada em forma de gordura. No entanto, o excesso de tecido adiposo interfere no funcionamento da insulina, hormônio cuja principal função é regular os níveis de açúcar na corrente sanguínea.
Quando há resistência à insulina, as chances de desenvolver diabetes do tipo 2 são maiores. Desse modo, essa doença é outra das graves consequências da obesidade, que compromete a qualidade de vida de um indivíduo e pode ter muitas complicações, como problemas de visão e cicatrização.
Qual o papel do nutricionista para o tratamento de obesidade?
O NUTRICIONISTA é o profissional mais qualificado para elaborar uma reforma alimentar. É ele que irá avaliar o progresso do paciente, encorajá-lo e adaptar o cardápio quando necessário.
O tratamento orientado pelo nutricionista visa uma reeducação alimentar sem radicalismo.
O profissional vai ajudar o paciente a compreender melhor os alimentos e o papel de cada nutriente; entender como fazer boas escolhas, elaborar um prato saudável e não exagerar nas porções; explicar por que alguns alimentos como doces frituras e ultraprocessados devem ser consumidos esporadicamente etc.
O foco é a mudança alimentar, para permitir que a pessoa não só emagreça, mas também mude hábitos, e sinta prazer em comer de forma saudável e consiga manter esse novo cardápio “para sempre”, auxiliando no controle do peso controlado.
O nutricionista ainda pode diagnosticar a obesidade e solicitar exames para avaliar se o paciente tem deficiências nutricionais (falta de vitaminas e/ou minerais no organismo), anemia, hiperglicemia (associada ao diabetes) etc….
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